Resultado de imagem para garota sentada em um balanço de costas

Ei, você que vem chegando aos poucos com a calmaria de uma brisa pela manhã. Deixa eu me apresentar, sou alguém que gosta  de aprender, aliás, estou sempre aprendendo algo novo. Também sou um pouco medrosa, tá bom, talvez eu exagere no drama, mas costumo encarar as coisas de frente, como estou fazendo agora: colocando tudo em pratos limpos. E é bom saber que costumo chorar quando isso acontece, acredite, eu chorava bem mais. Mas, agora estou disposta a ser um pouco mais “dura” em relação a isso e não importa o que você tenha para me falar, dessa vez, quero ser capaz de ouvir e melhorar. Em algum momento eu conseguirei entender. Já fui mais impaciente também, costumo querer tudo para ontem e esquecer que o hoje é uma dádiva, são alguns moinhos que rodam para trás que já fiz questão de desativar. Agora, quero fluir em frente, sem nada que me arraste para trás e, por falar nisso, me tornei muito boa em “deixar para lá”, me livrar daquilo que me prende. Disso eu tenho muito orgulho porque eu achei que nunca conseguiria. Encarar meus medos de frente? N-E-V-E-R. Agora, eu chamo pra briga mesmo. É bem verdade que tenho apanhado muito, mas aprendi uns socos bem da hora, o suficiente para me manter em pé por mais um round porque é apenas disso que preciso, vencer cada dia de uma vez e só. Tenho uma fascinação por me provar que eu posso fazer qualquer coisa,, então, não tenha medo de me desafiar, eu adoro! Ah! Acho que gostaria de saber que sou meio esquecido, às vezes, preciso que alguém me lembre de tudo isso que eu disse, porque nem sempre sou forte. Ás vezes, parece que eu fui construída em cima da areia e desabo mesmo, então nem tente rir de mim, porque se rir eu me levanto e te derrubo, minha força vem daquilo que acredito, de quem sou e de quem me torno a cada dia. Não se preocupe, eu tenho orgulho das minhas cicatrizes, elas não me tornaram dura, mas sábia. Sou grata por cada marca que hoje faço questão de ostentar e antes eu fazia esconder. Sei lá, vivi muito tempo esperando pela compaixão dos outros, esperando que alguém viesse simplesmente me salvar e não batalhei minhas batalhas. Preciso ser franca sobre os momentos em que fui covarde, afinal, estamos sendo sinceros, não? Espero que esteja ciente de tudo isso. Eu sou aquela de 2017. Prazer, 2018!

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